terça-feira, 29 de setembro de 2009

Vamos participar!!!!


Para participar envie email com nome completo: secretaria@acmaceio.com.br
Aguardo você neste evento.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Curso Gratuito: Internet como ferramenta didática

O docente que utiliza recursos associados às Tecnologias Digitais (TDs) em suas aulas certamente conseguiu transpor o nível de analfabetismo tecnológico (Assmannn, 1998). Contudo a maioria dos docentes que atuam nas escolas é considerada imigrantes digitais (Prensky, 2001) e necessitam adquirir competências e habilidades que os qualifiquem a trabalhar de forma síncrona com o contexto de percepção e construção de conhecimento que seus alunos, nativos digitais, já vivenciam. Neste sentido, a apropriação de competências e habilidades tecnológicas por parte dos docentes torna-se requisito importante para que outras práticas escolares e contextualizadas sejam agregadas às necessidades propostas pela cibercultura.
A inscrição será mediante a Palavra chave MEDIAÇÃO e esta se encerra no dia 30 de setembro de 2009. O curso terá seu inicio dia 05.10.09 e término dia 05.12.09
Acesse:

Os Profissionais do Futuro - 2ª Parte

O novo ENEM está em pleno vapor, muitas conversas e discussões. Por essa razão estou expondo essa série de materias da revista VEJA (por Marina Dias - 03/09/2009), para abrirmos espaço para reflexões e comentários.
2º. Tema:
Escolas apostam na orientação vocacional de alunos

Diante da demanda de pais e do próprio mercado de trabalho, escolas desenvolvem ações que pretendem preencher a lacuna existente em seus currículos acerca da formação profissional dos alunos. Um dos principais focos é demonstrar as tendências do mercado de trabalho aos estudantes.

Esse é um dos objetivos do projeto de orientação vocacional do colégio Bandeirantes, de São Paulo. De acordo com Roberto Nasser, coordenador de orientação profissional da instituição, os 1.800 alunos do ensino médio participam de atividades em horários alternativos direcionadas à capacitação profissional. "Nesse momento, eles podem esclarecer dúvidas que giram em torno, no geral, de salário e possibilidade de emprego, além de assistirem a palestras com profissionais bem-sucedidos", diz Nasser.
Já no ensino fundamental, quando os estudantes estão com cerca de 11 anos, inicia-se um trabalho de desenvolvimento das competências pessoais. "Com trabalhos em grupo, procuramos refletir sobre a nova visão de liderança, baseada no coletivo e na ajuda do desenvolvimento dos colegas", explica Nasser. Atividades esportivas e aulas complementares, como teatro, filosofia e ciências, também contribuem para a formação mais flexível e ampla dos alunos.

No colégio Vera Cruz, outra instituição conceituada de São Paulo, a orientação vocacional também entra em cena a partir do ensino médio. Então, são realizados debates em sala de aula, para que os estudantes possam tirar dúvidas sobre as diversas carreiras. Em 2008, a escola iniciou um programa de empreendedorismo com o objetivo de ensinar os procedimentos necessários para montar uma pequena empresa.

No Paraná - As atividades realizadas pelo colégio Bom Jesus, em Curitiba, visam o desenvolvimento do empreendedorismo e da autonomia dos estudantes desde cedo, quando eles completam 11 anos. De acordo com Pedro Gardim, coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas (CEP) da instituição, a capacitação para o mercado de trabalho faz parte da proposta pedagógica do colégio desde a educação infantil. "Trabalhos em grupo e que estimulem a solidariedade e a responsabilidade social são os carros-chefe de nosso projetos".

A partir do sexto ano, uma disciplina denominada empreendedorismo torna-se obrigatória à grade curricular durante três anos. "Por meio do material desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o curso procura desenvolver as aptidões de cada aluno, estimulando o auto-conhecimento, a autonomia e as habilidades necessárias para formar um empreendedor de sucesso", afirma Gardim.

Já no ensino médio, quando o estudante completa 15 anos, as atividades giram em torno de palestras com empresários bem-sucedidos e informações sobre carreiras e mercado de trabalho. "Nossos alunos ficam mais confiantes e conscientes para a tomada de decisões importantes, como na hora de escolher qual carreira vão seguir", finaliza Gardim.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Os futuros profissionais - Parte 1

O novo ENEM está em pleno vapor, muitas conversas e discussões. Por essa razão estou expondo essa série de materias da revista VEJA (por Marina Dias - 04/09/2009), para abrirmos espaço para reflexões e comentários.

1º. Tema:
Bom profissional se faz na escola

O empresário Yacoff Sarkovas teve uma preocupação em mente na hora de escolher a escola em que suas filhas iriam estudar. A instituição deveria transmitir o gosto pelo conhecimento e fomentar o posicionamento crítico diante da realidade. Mais um item: desenvolver nas três meninas habildades exigidas pelo mercado de trabalho. A preocupação do pai foi válida para Ana, de 25 anos, formada em comunicação e marketing, mas também serve para Laura, de 17, e até para Catarina, de apenas 11. Leia o depoimento de Sarkovas sobre a educação das filhas.

Especialistas concordam que é papel do ensino fundamental e médio - e não apenas da universidade - cooperar de alguma forma no processo de formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos para lidar com a realidade e a competição, por exemplo - que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas escolas de fato cumprem essa tarefa?

Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), aponta falhas nessa missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema escolar e o mercado de trabalho. "Nosso modelo educacional é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores compreendidos durante a vida profissional", defende.

O despreparo dos jovens, portanto, é patente. "Desde cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a novas realidades", diz Ramos. "Elas contam, inclusive, com uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão sempre abertas a novas tecnologias". Infelizmente, conclui o especialista, não é isso o que acontece nas escolas.

Letra da lei - O mais curioso é que, a despeito de qualquer discussão sobre o dever das escolas, ajudar no desenvolvimento do aluno com vistas ao mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido pela lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro. Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos cinco aos 17 anos.

Bertha do Valle, pedagoga da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), é uma entusiasta do papel da escola na formação profissional. "A partir do domínio da leitura, quando a criança tem 6 ou 7 anos, a escola já pode promover atividades que englobem diferentes profissões, como pesquisas sobre o mercado de trabalho e carreiras, visitas orientadas a diversas instituições ou comércio".

Ensino que funciona - Para Claudio de Moura Castro, especialista em educação e colunista de VEJA, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização infantil. "Em grande medida, uma escola prática é aquela que consegue ensinar o estudante a fazer bom uso de números e palavras, sem se basear apenas na decoreba", diz.

O problema, segundo o especialista, aparece no ensino médio. "Nesse nível, as escolas são desmotivadoras, oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam preparados para o vestibular", afirma. "Mas, na verdade, não preparam o estudante para nada".

Moura Castro aponta três habilidades fundamentais aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se bem. "Todos os profissionais precisam saber resolver problemas, falar em público e trabalhar em equipe", sentencia. "É nesse momento de aprendizado que dissolve-se a fronteira entre o que é acadêmico - ensinado na escola - e o que é profissional e prático para o mercado de trabalho".

Agora deixo esse questionamento:Um bom profissional se faz na escola?

Ser professor...



Vamos comentar!

Pierre Lévy: considerações sobre Educação à Distância.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Adolescentes brasileiros não tomam devidos cuidados com as redes sociais, diz estudo.

Os adolescentes brasileiros são os que gastam mais tempo em redes sociais, com uma média de 13 horas por semana, e passam a maior parte – 4 horas – compartilhando fotos online.O levantamento feito pela Symantec aponta que usuários do Brasil ainda enganam os pais, já que ficam cerca de 70 horas mensais em sites de relacionamento, enquanto que os pais acreditam que o número seja por volta de 56.
Symantec alerta para o fato de compartilhar na rede informações privadas e até mesmo fotos, já que as redes sociais são usadas para disseminar spams e os perfis públicos são alvos de ladrões virtuais.Ainda segundo o relatório, os jovens com menos de 25 anos são os mais irresponsáveis quando o assunto é conteúdo pessoal postado na internet mundial.
Cerca de 62% dos adolescentes do Reino Unido, por exemplo, postou fotos pessoais e divulgou dados privados em redes sociais.Dados bancários, por exemplo, foram colocados nos sites por uma em cada 10 pessoas com menos de 25 anos. Já o número do passaporte foi enviado por um em cada 20 jovens.
E você? Costuma compartilhar fotos ou informações confidenciais na rede? Comente.